segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Nova Resenha e Cronologias.

Olá, amigos.

Mais uma resenha, do blog Mellbooks, saiu fresquinha hoje. Ela foi feita pela amiga Sheila e está realmente muito legal.


Uma frase da resenha: É um livro dificil de explicar ,já que a história dos dragões é complexa, é o relato de uma civilização, já que o autor criou tudo para ela.



Outro assunto:

Algumas dúvidas estão surgindo sobre o livro, e gostaria de explicá-las, humildemente. Já ouvi duas reclamações sobre a repetição da palavra “composta” Progressão Geométrica. Já me disseram que ela se repete por 3 ou 4 vezes num livro denso de 312 páginas. Ora, qual é a proposta de A Essência do Dragão: Ressurreição? Ter como um dos seus pilares a ficção científica, e nada mais justo que haja durante a narrativa, expressões um pouquinho técnicas. Só quem tem trauma de matemática pode ficar abalado com a expressão. Vamos à explicação básica: Todo o aumento de 100% em sessões determinadas, com a soma do que existia unido ao que cresceu anteriormente, representa um crescimento em progressão geométrica. Exemplo: CD= {1, 2, 4, 8, 16, 32, 64, ...}. Ou seja, o uso da expressão é totalmente lícita para o meu objetivo e aviso que ela não se repetirá 4 vezes no próximo livro, e sim 10 vezes, (risos).

Outra reclamação é a existência de uma história dentro da história. Não é bem assim. Já disse algumas vezes que sou fã do Quentin Tarantino e uma homenagem que fiz a Pulp Fiction no livro foi brincar um pouco com a ordem da cronologia. Claro que não é uma cópia do que vemos em Pulp Fiction, e sim uma singela homenagem a um ícone de minha juventude. Isto dá ao livro o suspense que necessito para prender o leitor no momento de criar a mitologia da saga. Vamos ao quadro negro para entender como a cronologia de AEdD funciona:



Temos as famosas cronologias lineares, que por sinal não vejo problema algum em usá-las. Temos as cronologias com flashbacks, como no caso de Lost e ABdA. Também muito interessantes. E por último uma cronologia que faz uma espécie de “6”. Ou seja, a história começa na realidade do meio, voltamos ao passado, há uma interseção e retomamos para o grand finale. Só isto. Neste caso, não há problema em não gostar (isto é algo subjetivo).

Espero ter tirado algumas dúvidas. E procurem os easter eggs no livro. Até agora ninguém se manifestou em relação a isto.

Abração!

Um comentário:

Italo _correa disse...

O livro é bom pronto e acabou-se! rsrsrs
Não liguei muito pro uso da palavra "Composta", sério nem me liguei muito nela,mas calma lá,não to dizendo que não pretei atenção no livro.
Isso de narrar o livro em uma parte no passado outro no futuro depois volta ao passado de novo,em fim... não atrapalhou em nada,pelo menos não pra mim, achei até interessante, afinal não vejo um jeito melhor pro livro ser escrito se não for dessa maneira.
o/